025B2020 - Aprendizagem Baseada em Problemas: uma metodologia promotora de aprendizagem de qualidade e inovação pedagógica

De 04 Mai 2021 18:30 às 21:30

Local: E-learning

Formador(a): Ivete Azevedo

geral@cfaecentro-oeste.pt

262841831

http://www.cfaecentro-oeste.pt


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Número da Ação

025B2020

Formadores responsáveis

Maria Ivete Pinto De Azevedo

Critérios de seleção

Docentes em exercicio de funções no Agrupamento de Escolas da Atouguia da Baleia, por ordem de inscrição

Pagamento

Cofinanciada pelo programa POCH

Inscrições


Calendarização/

Horário

Local de realização

Agrupamento de Escolas da Atouguia da Baleia | B-learning

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Destinatários

Destinatários de acordo com o nº1 do artigo 8º, do Regime Jurídico da Formação Continua de Professores: Professores dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico

Para efeitos de aplicação do artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão cientifica e pedagógica): Sem destinatários

Nº de Formandos:

Mínimo: 10 - Máximo: 16

Duração

Horas Presenciais: 25 horas

Horas de Trabalho Autónomo: 25 Horas

Registo de acreditação

CCPFC/ACC-105055/19 - Modalidade: Oficina de Formação

Conteúdos

- Clarificação de conceitos: aprendizagem baseada em problemas, resolução de problemas, criatividade, pensamento critico, inovação, resolução criativa de problemas.

- Identificação e exemplificação das etapas da Aprendizagem Baseada em Problemas.

- Desenvolvimento das estratégias a serem utilizadas em cada uma das etapas do PBL e estratégias de potenciação do pensamento criativo

- Aplicação do Creative Problem Solving como estratégia orientadora na conceção de um plano de aula ou de um Domínio de Autonomia Curricular

- Implementação em contexto letivo de estratégias aprendidas e respetiva reflexão.

- Avaliação por pares, do trabalho realizado

- Apresentação em grande grupo dos trabalhos realizados, com reflexão das vantagens e/ou constrangimentos da aplicação desta metodologia pedagógica.

Razões

A Aprendizagem a Partir de um Problema (PBL) foi identificado como um tipo de aprendizagem experimental que envolve situações da “vida real” e processos ativos centrados nos alunos (Samson, 2015). Pease e Kuhn (2011) referem que a característica fundamental desta abordagem é o facto de promover uma aprendizagem contextualizada, que acontece a partir do problema inicial apresentado. Este problema é o estímulo a partir do qual, pequenos grupos de alunos analisam a situação, clarificam o problema a resolver, investigam as áreas onde lhes falta conhecimento relacionado com o problema, geram hipóteses em torno de possíveis soluções, tomam decisões basadas em critérios bem definidos e criam um plano de ação (Parton & Bailey, 2008). Essas lacunas no conhecimento tornam-se o foco do processo de aprendizagem autodirigido. A Resolução Criativa de Problemas (CPS) é uma metodologia de ensino que incorpora esses componentes do PBL, acrescentando o desenvolvimento do pensamento criativo identificado como uma das competências fulcrais para o sucesso na atualidade (Martins et all, 2017). O papel do estudante neste processo é de participação ativa, onde os pressupostos e preconceitos pessoais podem ser desafiados, as opiniões dos outros terão de ser reconhecidas e consideradas no processo de resolução de problemas; os alunos reúnem e trabalham em colaboração para resoluções de problemas/questões (Azevedo, Morais & Martins, 2016). Esta ação de formação servirá para habilitar os docentes a iniciarem a utilização desta metodologia estruturante, quer na conceção de aulas quer na construção de Domínios de Autonomia Curricular (Paek & Sumners, 2017).

Efeitos

- Habilitar na utilização de metodologias centradas no aluno proporcionando situações de aprendizagens significativas

- Disponibilizar estratégias, para que os docentes sejam capazes de desenvolver nos alunos, competências que lhes permitam questionar os saberes estabelecidos, ter opiniões fundamentadas e empáticas, integrar conhecimentos emergentes, comunicar eficientemente, resolver problemas complexos, gerir o tempo, ser mais criativo e estar mais atento ao mundo que os rodeia.

- Criar condições para que os docentes se sintam mais aptos no funcionamento interdisciplinar e multidisciplinar.

- Potenciar a utilização de processos colaborativos da resolução de problemas e de desenvolvimento de competências e saberes, partindo das situações reais e dos recursos existentes.

- Mobilizar e utilizar, de forma esclarecida e consequente, o “perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória”, através da aplicação da metodologia CPS

Avaliação dos formandos

A avaliação dos formandos é individual e consubstanciada na demostração de competências adquiridas na temática em estudo, através dos trabalhos práticos a realizar durante a formação (presencialmente e em trabalho autónomo).

Em conformidade com o Despacho nº 4595/2015, a avaliação dos formandos é expressa numa classificação quantitativa na escala de 1 a 10 valores, tendo como referente as seguintes menções: Excelente, de 9 a 10 valores; Muito Bom, de 8 a 8,9 valores; Bom, de 6,5 a 7,9 valores; Regular, de 5 a 6,4 valores; Insuficiente, de 1 a 4,9 valores.

Não são certificados formandos:

- cuja assiduidade seja inferior a dois terços da duração da ação de formação, conforme o Artigo 5º do Despacho nº 4595/2015.

- que não tenham feito aplicação da metodologia aos seus contextos profissionais e/ou respetiva reflexão crítica consistente e aprofundada.

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