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22NF2016 - Leitura, Bibliotecas, Estabelecimentos Prisionais

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Número da Ação

22NF2016

Formadores responsáveis

Maria José Vitorino Gonçalves (colaboração de Miguel Horta)

Critérios de seleção

 

Ordem de Inscrição

 

 

 

Pagamento

 

Preço 80€ Pago à ordem da Laredo AC

NIB: 000700000021534494823

IBAN: PT50000700000021534494823

 

Inscrições

 

 

Calendarização/

Horário

O curso começa com uma sessão presencial de 3 horas no dia 5/11 e termina com uma sessão preesencial de 4h no dia 3/12

Inicial 5 novembro - 09h00 - 12h00
Final 3 dezembro - 9h00 - 13h00
No meio são sessões on-line (18 h no total)

Local de realização

Fundação Calouste Gulbenkian

Sessão de sábado dia 5 de novembro - sala 2 do piso 0 do edifício sede da Fundação Calouste Gulbenkian, na Av. de Berna.

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Destinatários

Destinatários de acordo com o artigo 5º, do Regime Jurídico da Formação Continua de Professores: Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Para efeitos de aplicação do artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão cientifica e pedagógica):Sem destinatários

Nº de Formandos:

Mínimo:  - Máximo:

Duração e Créditos

Horas Presenciais: 25 horas

Horas de Trabalho Autónomo: 0 Horas

Total de Créditos: 1 Créditos

Registo de acreditação

CCPFC/ACC-86703/16 - Modalidade: Curso de Formação

Conteúdos

Apresentação da ação - 1 hora

Módulo 1. Estabelecimentos prisionais em Portugal, 2015. Serviços de leitura e biblioteca. Escola na prisão.- 2 horas

Módulo 2. Bibliotecas prisionais. Guidelines IFLA, 2005. Guidelines das Bibliotecas Escolares, 2015. - 3 horas

Módulo 3. Leitura e mediação leitora em contexto prisional. - 8 horas.

Módulo 4. Estratégias promotoras de leitura e literacia. - 10 horas

Encerramento e Avaliação da ação de formação - 1 hora.

Razões

A população prisional em Portugal tem vindo a aumentar em número. Muitas escolas em todo o país desenvolvem ensino em prisões, escasseando as ofertas de formação para os professores envolvidos. Alguns centros de formação têm vindo a identificar esta necessidade, por estarem mais próximos de estabelecimentos prisionais, como, por exemplo, Lisboa, Cascais, Bragança, Évora, Porto, Faro e Ponta Delgada

A Biblioteca prisional tem um papel muito importante na aprendizagem ao longo da vida, e pode ser um recurso valioso em estratégias letivas, ao mesmo tempo que, com a biblioteca pública, constitui um parceiro a ter em conta pelas bibliotecas escolares.

Efeitos

1.Atualizar informação sobre estabelecimentos prisionais, bibliotecas prisionais e escola em contexto prisional;

2.Sensibilizar para o valor educativo da mediação leitora, da promoção da leitura e das bibliotecas em contexto prisional, numa perspetiva inclusiva;

3.Promover estratégias educativas de cooperação interbibliotecas – biblioteca escolar, biblioteca pública, biblioteca prisional – sustentáveis quer da educação formal quer da aprendizagem ao longo da vida de reclusos/as;

Avaliação dos formandos

Relatório individual, crítico, ou uma proposta de intervenção pedagógico-didática, no âmbito dos conteúdos da ação de formação, avaliado e classificado  em conformidade com o Regulamento Jurídico da Formação Contínua dos Professores e com as cartas circulares sobre a avaliação da formação contínua dos docentes, emanadas pelo CCPFC e outras entidades tutelares do Ministério da Educação.

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