10NF2017 - Promoção e Educação para a Saúde


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Número da Ação |
10NF2017 |
Formadores responsáveis |
Cristina Pecante e Fátima Neves |
Critérios de seleção |
Ordem de Inscrição
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Pagamento |
20€/Por Transferência para o NIB 0035 0183 00068510030 09 (obrigatoriedade de envio, do respectivo comprovativo através do formulário, "Comprovativo de Pagamento"), na descrição da transferencia deve colocar o número de inscrição enviado no email de comprovativo; Por cheque (à ordem do Agrupamento de Escolas Rafael Bordalo Pinheiro); Por numerário no CFAE. Inscrição online (obrigatória), em www.cfaecentro-oeste.pt. |
Inscrições |
Ordem de Inscrição |
Calendarização/Horário |
Início a 04-07-2017, das 09:00h às 18:00h. |
Local de realização |
Escola Secundaria Rafael Bordalo Pinheiro - Auditório |
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Destinatários |
Destinatários de acordo com o artigo 5º, do Regime Jurídico da Formação Continua de Professores: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário Para efeitos de aplicação do artigo 9º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão cientifica e pedagógica):Sem destinatários Nº de Formandos: Mínimo: 20 - Máximo: 80 |
Duração e Créditos |
Horas Presenciais: 15 horas Horas de Trabalho Autónomo: 0 Horas Total de Créditos: 0,6 Créditos |
Registo de acreditação |
CCPFC/ACC-92130/17 - Modalidade: Curso de Formação |
Conteúdos |
1. Apresentação da ação de formação - 1 hora; 2. Saúde mental e prevenção da violência - 2 horas; 3. Educação alimentar e atividade física - 2 horas; 4. Prevenção dos comportamentos aditivos e dependências - 2 horas; 5. Afetos e educação para uma sexualidade responsável - 7 horas. 6. Avaliação da ação de formação - 1 hora. |
Razões |
A Organização Mundial de Saúde (OMS, 1998) define Educação para a Saúde como “qualquer combinação de experiências de aprendizagem que tenham por objetivo ajudar os indivíduos e as comunidades a melhorar a sua saúde, através do aumento dos conhecimentos ou influenciando as suas atitudes” . Esta definição visa contribuir para a operacionalização do conceito de Promoção da Saúde definido na Carta de Ottawa (1986), como “o processo que visa aumentar a capacidade dos indivíduos e das comunidades para controlarem a sua saúde, no sentido de a melhorar”. Tendo por base estas ideias surge, no final dos anos 90, a rede Europeia de Escolas Promotoras de Saúde (SHE) , sob os auspícios da Comissão Europeia, do Conselho da Europa e do Gabinete Regional da OMS para a Europa. A Escola Promotora da Saúde (EPS) é, nesta perspetiva, uma escola que fortalece sistematicamente a sua capacidade de criar um ambiente saudável para a aprendizagem. A EPS é, assim, um espaço em que todos os membros da comunidade escolar trabalham, em conjunto, para proporcionar aos alunos, professores e funcionários, experiências e estruturas integradas e positivas que promovam e protejam a saúde . Nesta abordagem, a classificação de EPS não pode ser atribuída, como frequentemente é entendido, em função de um projeto com início e fim , do desenvolvimento de atividades específicas ou por apresentar características físicas particulares. Uma EPS caracteriza-se por uma abordagem integral e plena de toda a escola, ao nível da sua cultura, política e prática, o que determina a forma como vê o aluno e a comunidade educativa. Segundo a OMS, uma EPS : (i) fomenta a saúde e a aprendizagem com todas as medidas ao seu alcance; (ii) implica os setores da saúde e da educação: professores, alunos, funcionários, pais, profissionais de saúde e líderes comunitários esforçam-se por tornar a escola um lugar saudável; (iii) proporciona um ambiente seguro e saudável e, em parceria com os serviços de saúde e com a comunidade escolar, cria oportunidades de promoção da saúde mental, apoio social, aconselhamento, alimentação saudável e atividade física; (iv) implementa políticas e práticas que respeitam o bem-estar e a dignidade do indivíduo, fornecem múltiplas oportunidades para o sucesso, reconhecem os esforços, bem como as realizações pessoais; (v) esforça-se por melhorar a saúde dos alunos, da equipa educativa, das famílias e membros da comunidade e trabalha com as autoridades locais ajudando-as a entender de que forma a comunidade pode contribuir para a melhoria da saúde e educação. Ainda segundo a OMS, a EPS preocupa-se em desenvolver nos alunos e restante comunidade a capacidade de: • cuidar de si e dos outros; • tomar decisões saudáveis, e tendo controlo sobre as circunstâncias da vida; • criar condições que conduzam à saúde (por meio de políticas, serviços, condições físicas / sociais); • desenvolver competências para a equidade, a justiça social e o desenvolvimento sustentável; • prevenir as principais causas de morte, doença e incapacidade: uso do tabaco, drogas e álcool, HIV / DST, má nutrição (sobre e subnutrição), sedentarismo, violência e lesões; • influenciar comportamentos relacionados à saúde: conhecimentos, crenças, habilidades, atitudes, valores, de apoio. Importa, pois, levar estas intenções e programas até às escolas, para poderem acessibilizadas às comunidades escolares. |
Efeitos |
Desenvolver e manter uma comunidade escolar democrática, inclusiva e participativa; • gerar nos alunos e pais/encarregados de educação o sentimento de pertença na vida da escola; • implementar estratégias de intervenção diversificadas; • explorar as questões de saúde no contexto da vida dos alunos e da comunidade; • disponibilizar oportunidades de desenvolvimento das competências dos professores e do pessoal não docente; • criar ambiente social que fomente as relações abertas e sinceras no seio da comunidade escolar; • assegurar um espaço escolar seguro, respeitador do ambiente e promotor de saúde; • promover relações positivas entre a escola e a família, e a comunidade alargada; • desenvolver uma política de escola que propicie as melhores expectativas dos alunos no que diz respeito às suas relações sociais e ao seu sucesso escolar. |
Avaliação dos formandos |
Relatório individual avaliado e classificado em conformidade com o Regulamento Jurídico da Formação Contínua e demais circulares de enquadramento da avaliação e classificação da formação contínua emanadas pelas entidades tutelares. |
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